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terça-feira, 28 de maio de 2019

Usei:

- 3 pombos bem cozidos e desfiados de peles e ossos
- 1 chouriço cozido em rodelas longitudinais
- 5 chávenas de caldo de cozer o pombo, desengordurado

- 1 cebola grande picada
- 3 dentes de alho
- 3 folhas de louro
- azeite para refogar a cebola
- 1 colher de sopa de colorau
- 1 tomate maduro em cubos
- 1 chávena de polpa de tomate
- 1 colher de sopa de massa de pimentão
- 1 cenoura em rodelas fininhas partidas ao meio; ie: meias luas de cenoura
- sal e flocos de malagueta ou pimenta a gosto
- vinagre para travar o refogado

- 1/2 chávena de Brandy
- 1 pacote de grelos congelados

- 3 chávenas de arroz


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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Usei para cozer:

- 6 pombos
- 3 colheres de sopa de vinagre
- 1 colher de sopa de azeite
- 1+1/2 colher de sopa de sal
- 6 cravos-da-índia
- 4 folhas de louro
- 3 alhos enormes, descascados e esmagados

Para o escabeche:

- 6 cebolas médias em luas não muito grossas (1 por cada pombo)
- azeite a 3/4 da altura das cebolas na sertã
- 4 folhas de louro
- 2 dentes de alho grandes em rodelas finas
- 4 colheres de sopa de vinagre ou  a gosto

Como?

Cozi os 6 pombos na panela de pressão, numa água aromática feita com o vinagre, o azeite, o sal, os cravos-da-índia, o louro e os alhos esmagados.

Cozidos até se partirem ao meio quando os tentamos tirar da panela com um garfo para serem mais fáceis de desfiar.
Limpam-se de ossos e peles ainda mornos aproveitando a carne que se desfia.


Numa sertã ou num tacho, com um bocadinho do azeite que vamos usar "abrem-se os cravos-da-índia"e o louro para soltarem o aroma e o sabor. Sem deixar queimar os cravos, juntamos o resto do azeite, as cebolas e o alho e deixamos cozer até ficar translúcida.

Neste ponto da cebolada juntei vinagre a gosto e deixei fervilhar uns bons 5 minutos.

Mistura-se a carne com a cebolada e temperei com uma Mistura de Especiarias para caça. Usei esta do Lidl.


Conservo em frascos de boca larga que encho o mais possível com a mistura ainda fervente para que não entre ar e viro de cabeça para baixo durante 5 minutos. Para criar vácuo.

Esterilizo na máquina de lavar loiça :)

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sábado, 20 de setembro de 2014


Tenho um bocado de vergonha do que vou contar a seguir mas é a verdade.

Nasci numa família de gente tarada por passarada: desde trisavô e bisavô criador de canários exóticos, tio-avô e avó paterna columbófilos premiados, quatro gerações no comércio de aves para consumo alimentar, avô e pai e tios caçadores ... e herdei até a caçadeira de um doa meus avôs paternos.

Pois que tenho medo de pássaros.
Mexer nas penas dos bichos, os olhos vidrados a olharem para o brilho dos meus olhos com biquinhos de brilho metálico afiados e prontos para me furarem as meninas dos olhos assim eu me distraia ... é quanto basta para me subirem os níveis de adrenalina a pontos de me envergonhar a mim mesma e às almas que estiverem por perto.


Mas depois que lhes tiram as penas (também tiro, mas tenho de as molhar primeiro; a seco desato a espirrar e  ... não é bonito) ... podem vir para a minha mãozinha, com tripa e tudo, que eu trato. E de os amanhar, cortar e cozinhar então, adoro.


Lá na quinta temos uma capoeira, uma gaiolona para piriquitos e caturras (bicos curvos), uma gaiolona para canários mandarins e afins de bico direito e um passaródromo. 

O passaródromo é, na verdade, uma casa grande com paredes e tecto de rede e alberga: um pombal com pombos (de rabo de leque e mais rabos cujo formato me escapa agora), rolas, codornizes e codornizes da Austrália, uma pavão e duas pavoas, patos mudos, patos mandarins,  faisões do Egipto e outros que também têm mau feitio e olham para mim de esguelha ... enfim.

Respiro fundo para entrar lá dentro e levo sempre sapatos fechados e um pau na mão.
Tal como eu na sua idade, o meu filho mais velho não entra lá dentro. Já a mais nova ... põe aquela maralha toda a voar ou a vir comer-lhe à mão.




Borrachos de pombo estufados com óregãos e sálvia


Foi feita a quatro mãos!





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Pomme

authorHello, my name is Sandra.
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